sexta-feira, 24 de setembro de 2010

De um ex-petista....

Ferreira Gullar,
FSP, 07-09-2010.
 
FAZ MUITOS ANOS já que não pertenço a nenhum partido político, muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na medida do possível, procure contribuir para o entendimento do que ocorre. Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.

Minha história com o PT é indicativa desse esforço por ver as coisas objetivamente. Na época em que se discutia o nascimento desse novo partido, alguns companheiros do Partido Comunista opunham-se drasticamente à sua criação, enquanto eu argumentava a favor, por considerar positivo um novo partido de trabalhadores. Alegava eu que, se nós, comunas, não havíamos conseguido ganhar a adesão da classe operária, devíamos apoiar o novo partido que pretendia fazê-lo e, quem sabe, o conseguiria.

Lembro-me do entusiasmo de Mário Pedrosa por Lula, em quem via o r enascer da luta proletária, paixão de sua juventude. Durante a campanha pela Frente Ampla, numa reunião no Teatro Casa Grande, pela primeira vez pude ver e ouvir Lula discursar.

Não gostei muito do tom raivoso do seu discurso e, especialmente, por ter acusado "essa gente de Ipanema" de dar força à ditadura militar, quando os organizadores daquela manifestação -como grande parte da intelectualidade que lutava contra o regime militar- ou moravam em Ipanema ou frequentavam sua praia e seus bares. Pouco depois, o torneiro mecânico do ABC passou a namorar uma jovem senhora da alta burguesia carioca.

Não foi isso, porém, que me fez mudar de opinião sobre o PT, mas o que veio depois: negar-se a assinar a Constituição de 1988, opor-se ferozmente a todos os governos que se seguiram ao fim da ditadura -o de Sarney, o de Collor, o de Itamar, o de FHC. Os poucos petistas que votaram pela eleição de Tancredo foram punidos. Erundina, por ter aceito o convite de Itamar para integrar seu ministério, foi expulsa.

Durante o governo FHC, a coisa se tornou ainda pior: Lula denunciou o Plano Real como uma mera jogada eleitoreira e orientou seu partido para votar contra todas as propostas que introduziam importantes mudanças na vida do país. Os petistas votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e, ao perderem no Congresso, entraram com uma ação no Supremo a fim de anulá-la. As privatizações foram satanizadas, inclusive a da Telefônica, graças à qual hoje todo cidadão brasileiro possui telefone. E tudo isso em nome de um esquerdismo vazio e ultrapassado, já que programa de governo o PT nunca teve.

Ao chegar à presidência da República, Lula adotou os programas contra os quais batalhara anos a fio. Não obstante, para espanto meu e de muita gente, conquistou enorme popularidade e, agora, ameaça eleger para governar o país uma senhora, até bem pouco desconhecida de todos, que nada realizou ao longo de sua obscura carreira política.

No polo oposto da disputa está José Serra, homem público, de todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a plateia.

A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria a vitória da demagogia e da farsa sobre a competência e a dedicação à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento internacional. Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que, por razões óbvias, não merece crédito.

O povo nem sempre acerta.

Por duas vezes, o Brasil elegeu presidentes surgidos do nada - Jânio e Collor. O resultado foi desastroso.

Acha que vale a pena correr de novo esse risco?

domingo, 12 de setembro de 2010

2010: Cristais quebrados  *Carlos Vereza

Não é necessário ser profeta para revelar antecipadamente o que será o ano eleitoral de 2010.  

Ou existe alguém com tamanha ingenuidade para acreditar que o “fascismo galopante” que aparelhou o estado brasileiro vá, pacificamente, entregar a um outro presidente que não seja do esquema lulista os cargos, as benesses, os fundos de pensão, o nepotismo, enfim, a mais deslavada corrupção jamais vista no Brasil?

Lula já declarou, que (sic) “2010 vai pegar fogo!”. Entenda-se, por mais esta delicadeza gramatical, golpes abaixo da cintura: dossiês falsos, PCC “em rebelião”, MST convulsionando o país… que a lei de Godwin me perdoe - mas assistiremos em versão tupiniquim, a Kristallnacht, A Noite dos Cristais que marcou em 1938 o trágico início do nazismo na Alemanha.

E os “judeus” serão todos os democratas, os meios de comunicação não cooptados (verificar mais uma tentativa de cercear a liberdade de expressão no país: em texto aprovado pelo diretório nacional do PT, é proposto o controle público dos meios de comunicação e mecanismos de sanção à imprensa). Tudo isso para a perpetuação no poder de um partido que traiu um discurso de ética e moralidade ao longo de mais de 25 anos e, gradativamente, impõe ao país um assustador viés autoritário. Não se surpreendam: Há todo um lobby nacional e internacional visando a manutenção de Lula no poder.

Prêmios, como por exemplo, o Chatham House, em Londres, que contou com “patrocínios” de estatais como Petrobras, BNDS e Banco do Brasil, sem, até agora, uma explicação convincente por parte dos “patrocinadores”; matérias em revistas estrangeiras, enaltecendo o “mantenedor da estabilidade na América Latina”. Ou seja: a montagem virtual de um grande estadista…

Na verdade, Lula é o Übermensch dos especuladores que lucram como “nunca na história deste país”.

Sendo assim, quem, em perfeito juízo, pode supor que este ególatra passará, democraticamente, a faixa presidencial para, por exemplo, José Serra , ou mesmo Aécio Neves?

Pelo que já vimos de “inaugurações” de obras que sequer foram iniciadas, de desrespeito às leis eleitorais, do boicote às CPIs como a da Petrobras, do MST e tantos outros “deslizes”, temos o suficiente para imaginar o que será a “disputa” eleitoral em 2010.

E tem mais: o PT está comprando, com o nosso dinheiro, políticos, intelectuais, juízes, militares, o povo humilde com bolsa esmola e formando milícias com o MST, PCC, Sindicatos, ONGS, traficantes e outros, que recebem milhões e milhões de reais, para apoiar o PT e as falcatruas do Governo lula.

Não podemos nem pensar em colocar como Presidente do Brasil uma mulherTERRORISTA, que passou a vida assaltando bancos, matando pessoas inocentes, arrombando casas, roubando e matando. Só uma pessoa internada num manicômio seria capaz de votar numa BANDIDA para presidente de um País.    
Confiram.

Carlos Vereza
Ator e ex-petista

domingo, 29 de agosto de 2010

Boneca Lulita - Recall

Lei do Consumidor: não gostou, pode trocar,
desde que no prazo legal.


  

 Devolução de Brinquedo fabricado no Brasil

O fabricante do brinquedo LULITA está fazendo
 um recall para troca ou devolução do dinheiro
 devido a uma série de falhas de fabricação
listadas abaixo:
1) Falta um dedo. 

 2) Tem a fala presa. 

 3) É mentirosa.

 4) Só diz “Eu não sabia”.
  
 5) Gosta de quadrilha.

 6) Não pára em casa! 

 7) Não existe na versão movida
a pilha, só movida a álcool. 

 8) Pode ser adquirido facilmente 
com utilização de Cartão Corporativo. 

 9) A boneca não serve para nada,
mas custa uma fortuna ao contribuinte. 

Obs.:Último prazo para troca outubro de 2010 .    
Cuidado para não  trocar por outra boneca
com defeito de fabricação, chamada Dilmita!!!

***Autor desconhecido.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Dilma Goela Abaixo - A História que o PT não mostrará na TV



"Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo."

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Paulo Fernando Andrade Corrêa da Silva, presidente da APLISI, fala para o Milk Point sobre comercialização do leite e atuação da associação




Paulo Fernando Andrade Corrêa da Silva

Paulo Fernando Andrade Corrêa da Silva é Engenheiro Mecânico e Produtor Rural. Trabalhou trinta anos na General Motors, tendo sido residente junto à Adam Opel AG da Alemanha e GM Powertrain nos USA. Atualmente é presidente da Associação de Produtores de Leite Independentes de Santa Isabel, no RJ.


MilkPoint: Breve descrição profissional:

Paulo Fernando: Engenheiro Mecânico pela UFF com especialização em Engenharia Automotiva no GM Institute, Flint Michigan e Planejamento Estratégico em Vevey, na Suíça. Trabalhou trinta anos na General Motors, tendo sido residente junto à Adam Opel AG da Alemanha e GM Powertrain nos USA. Implementou a planta de motores em Rosário, na Argentina, no sistema lean manufacturing (Toyota Production System). Paralelamente, nos fins de semana e nas férias da indústria, se dedicou, em Santa Isabel do Rio Preto/RJ, às atividades da pecuária de leite, formando, com aquisições sucessivas, a Fazenda Córrego da Serra.

Atualmente é presidente da APLISI.


MilkPoint: O que é a APLISI?

Paulo Fernando: A APLISI, Associação dos Produtores de Leite Independentes de Santa Isabel do Rio Preto, Valença, RJ, foi criada em 2002. A associação surgiu da necessidade dos produtores de leite, o elo fraco da cadeia produtiva, se posicionarem frente aos demais segmentos que processam e comercializam o leite. Ela tem como principal objetivo tornar viável a atividade de produzir leite.

Diferentemente do conceito das Cooperativas de um produto final, com a confecção de queijo, manteiga e outros derivados, a nossa associação visa apenas uma dinâmica de venda da matéria prima, produzindo a sinergia necessária para alcançar um preço condizente com a atividade, dentro do conceito de que a união faz a força.

A APLISI objetiva também a capacitação dos produtores e seus colaboradores, através de reuniões, palestras e cursos.

MilkPoint: Como a APLISI tem trabalhado em relação a comercialização do leite?

Paulo Fernando: Todos os anos, no mês de Maio, é encaminhado às empresas compradoras de leite da região, um Edital de Licitação definindo as regras para a compra, por um período de 12 meses, do leite produzido pelos associados da APLISI. Principais características da licitação:

- Preço base do leite indexado ao Índice do CEPEA-MG. A proposta da empresa compradora deve conter, apenas, uma porcentagem sobre o CEPEA-MG que definirá o preço base para o contrato anual.
- Planilha da APLISI, a ser usada pelo comprador, definindo ágio e deságio para o leite de cada produtor de acordo com as seguintes características do leite: volume, teor de gordura, proteína, CCS e CBT. Cada produtor recebe um preço pelo leite produzido, de acordo com o volume, e, com as características de sólidos e qualidade do seu produto.
- Todo o processo de logística e coleta do leite e das amostras para análise em laboratório fica sob responsabilidade do comprador.

MilkPoint: Como a APLISI tem trabalhado em relação à união de produtores?

Paulo Fernando: Os produtores associados assinam, anualmente, um Termo de Compromisso, concordando em vender o leite ao comprador escolhido pela Assembléia Geral da APLISI, por um período de 12 meses. Assim, o produto que está sendo objeto do contrato entre a APLISI e o comprador, é a somatória de todo o leite produzido pelos associados por um período de 365 dias.

O comprador, por exemplo, passa a ter em um único contrato uma produção de cerca de 20 mil litros diários, economizando tempo, dinheiro e esforços necessários ao arrebanhamento de matéria prima. Além da garantia do fornecimento estável e de qualidade pelo período contratado.

A APLISI tem apenas um funcionário, o secretário, que tem a função principal de acompanhar o comprimento do contrato, zelando para que o produtor associado receba o valor correto pelo leite que forneceu à empresa contratada.

MilkPoint: O que difere a atuação da APLISI de outras associações?

Paulo Fernando: A nossa visão da APLISI é de que ela é um meio e não um fim. Com esse conceito, conseguimos ser objetivos na nossa tarefa primária sem desvios de rumo. Assim, ela não se preocupa em coordenar atividades conjuntas de como, por exemplo, compra de insumos, subsídios ou outro tipo de esforço secundário, canalizando todo o seu potencial para a comercialização do leite.

Seguem algumas outras particularidades da APLISI que acreditam ser particularidades:

- Voto na Assembléia Geral proporcional à produção de leite no contrato anterior.
- Volume mínimo de leite para admissão na APLISI definido pela Assembleia Geral.
- Tanque individual.
- Definição da área geográfica de atuação da APLISI visando manter a competitividade da licitação.
- Subsídio de 0,5% para manutenção da associação, descontado diretamente na fonte pelo comprador.

MilkPoint: Quais as dificuldades que uma associação relativamente nova possui no setor?

Paulo Fernando: No relacionamento com as empresas compradoras, temos encontrado da parte de algumas, não todas, a seguinte atitude: "não tratamos com associações organizadas, não fazemos contrato de compra de leite, não pagamos por qualidade".

Acreditamos que existe a necessidade da regulamentação do relacionamento comercial entre o produtor de leite e das empresas compradora. Assim como a IN 51 regulamenta a produção de leite, a venda do leite deveria ser feita, mandatoriamente por contrato entre o produtor e o comprador. Sem pagamento por qualidade, reforçado por instrumento legal, a produção de leite no Brasil continuará sem o progresso na qualidade que necessitamos para alcançar os padrões que, por exemplo, acabei de ler no artigo do Marcelo Carvalho sobre a produção de leite na Holanda.

Acesse a entrevista no site do Milk Point AQUI.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

"Dilma é o terceiro mandato de Lula sem o carisma, sem a habilidade, sem o domínio das bases e sem a ginga do criador. Isso precisa ser dito." Carlos Alberto di Franco para o jornal O Estado de São Paulo.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Jingle do Collor

Já escutou o jingle do Fernando Collor, candidato ao governo de Alagoas, citando o apoio de Dilma e de Lula??  É assim ... O Lula põe na Dilma a Dilma põe no Collor...e o povão é o último da fila!!! hehehehe!!!!

É uma pornografia político-moral!!!


Ouça: http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/audio/2010/18898/

"Cada um tem direito a sua opinião e a fazer dela o direcionamento da sua vida." George Gallup, o pai das pesquisas de opinião.

Fico muito triste quando percebo que algumas pessoas simplesmente não admitem que as outras têm o direito de pensar diferente. Sempre que as partes compreendem e aceitam esse direito, abre-se a possibilidade de discutir as ideias. Quando não há respeito pela forma de pensar do outro, cada um fica fechado na sua casca de noz.

Se o PT quiser processar todo mundo que os liga aos narcotraficates, vai faltar tribunal.

Leia mais em:

http://www.midiasemmascara.org/artigos/eleicoes-2010/11256-pt-e-farc-recordar-e-viver.html

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

De um ex-petista....

Ferreira Gullar,
FSP, 07-09-2010.
 
FAZ MUITOS ANOS já que não pertenço a nenhum partido político, muito embora me preocupe todo o tempo com os problemas do país e, na medida do possível, procure contribuir para o entendimento do que ocorre. Em função disso, formulo opiniões sobre os políticos e os partidos, buscando sempre examinar os fatos com objetividade.

Minha história com o PT é indicativa desse esforço por ver as coisas objetivamente. Na época em que se discutia o nascimento desse novo partido, alguns companheiros do Partido Comunista opunham-se drasticamente à sua criação, enquanto eu argumentava a favor, por considerar positivo um novo partido de trabalhadores. Alegava eu que, se nós, comunas, não havíamos conseguido ganhar a adesão da classe operária, devíamos apoiar o novo partido que pretendia fazê-lo e, quem sabe, o conseguiria.

Lembro-me do entusiasmo de Mário Pedrosa por Lula, em quem via o r enascer da luta proletária, paixão de sua juventude. Durante a campanha pela Frente Ampla, numa reunião no Teatro Casa Grande, pela primeira vez pude ver e ouvir Lula discursar.

Não gostei muito do tom raivoso do seu discurso e, especialmente, por ter acusado "essa gente de Ipanema" de dar força à ditadura militar, quando os organizadores daquela manifestação -como grande parte da intelectualidade que lutava contra o regime militar- ou moravam em Ipanema ou frequentavam sua praia e seus bares. Pouco depois, o torneiro mecânico do ABC passou a namorar uma jovem senhora da alta burguesia carioca.

Não foi isso, porém, que me fez mudar de opinião sobre o PT, mas o que veio depois: negar-se a assinar a Constituição de 1988, opor-se ferozmente a todos os governos que se seguiram ao fim da ditadura -o de Sarney, o de Collor, o de Itamar, o de FHC. Os poucos petistas que votaram pela eleição de Tancredo foram punidos. Erundina, por ter aceito o convite de Itamar para integrar seu ministério, foi expulsa.

Durante o governo FHC, a coisa se tornou ainda pior: Lula denunciou o Plano Real como uma mera jogada eleitoreira e orientou seu partido para votar contra todas as propostas que introduziam importantes mudanças na vida do país. Os petistas votaram contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e, ao perderem no Congresso, entraram com uma ação no Supremo a fim de anulá-la. As privatizações foram satanizadas, inclusive a da Telefônica, graças à qual hoje todo cidadão brasileiro possui telefone. E tudo isso em nome de um esquerdismo vazio e ultrapassado, já que programa de governo o PT nunca teve.

Ao chegar à presidência da República, Lula adotou os programas contra os quais batalhara anos a fio. Não obstante, para espanto meu e de muita gente, conquistou enorme popularidade e, agora, ameaça eleger para governar o país uma senhora, até bem pouco desconhecida de todos, que nada realizou ao longo de sua obscura carreira política.

No polo oposto da disputa está José Serra, homem público, de todos conhecido por seu desempenho ao longo das décadas e por capacidade realizadora comprovada. Enquanto ele apresenta ao eleitor uma ampla lista de realizações indiscutivelmente importantes, no plano da educação, da saúde, da ampliação dos direitos do trabalhador e da cidadania, Dilma nada tem a mostrar, uma vez que sua candidatura é tão simplesmente uma invenção do presidente Lula, que a tirou da cartola, como ilusionista de circo que sabe muito bem enganar a plateia.

A possibilidade da eleição dela é bastante preocupante, porque seria a vitória da demagogia e da farsa sobre a competência e a dedicação à coisa pública. Foi Serra quem introduziu no Brasil o medicamento genérico; tornou amplo e efetivo o tratamento das pessoas contaminadas pelo vírus da Aids, o que lhe valeu o reconhecimento internacional. Suas realizações, como prefeito e governador, são provas de indiscutível competência. E Dilma, o que a habilita a exercer a Presidência da República? Nada, a não ser a palavra de Lula, que, por razões óbvias, não merece crédito.

O povo nem sempre acerta.

Por duas vezes, o Brasil elegeu presidentes surgidos do nada - Jânio e Collor. O resultado foi desastroso.

Acha que vale a pena correr de novo esse risco?

domingo, 12 de setembro de 2010

2010: Cristais quebrados  *Carlos Vereza

Não é necessário ser profeta para revelar antecipadamente o que será o ano eleitoral de 2010.  

Ou existe alguém com tamanha ingenuidade para acreditar que o “fascismo galopante” que aparelhou o estado brasileiro vá, pacificamente, entregar a um outro presidente que não seja do esquema lulista os cargos, as benesses, os fundos de pensão, o nepotismo, enfim, a mais deslavada corrupção jamais vista no Brasil?

Lula já declarou, que (sic) “2010 vai pegar fogo!”. Entenda-se, por mais esta delicadeza gramatical, golpes abaixo da cintura: dossiês falsos, PCC “em rebelião”, MST convulsionando o país… que a lei de Godwin me perdoe - mas assistiremos em versão tupiniquim, a Kristallnacht, A Noite dos Cristais que marcou em 1938 o trágico início do nazismo na Alemanha.

E os “judeus” serão todos os democratas, os meios de comunicação não cooptados (verificar mais uma tentativa de cercear a liberdade de expressão no país: em texto aprovado pelo diretório nacional do PT, é proposto o controle público dos meios de comunicação e mecanismos de sanção à imprensa). Tudo isso para a perpetuação no poder de um partido que traiu um discurso de ética e moralidade ao longo de mais de 25 anos e, gradativamente, impõe ao país um assustador viés autoritário. Não se surpreendam: Há todo um lobby nacional e internacional visando a manutenção de Lula no poder.

Prêmios, como por exemplo, o Chatham House, em Londres, que contou com “patrocínios” de estatais como Petrobras, BNDS e Banco do Brasil, sem, até agora, uma explicação convincente por parte dos “patrocinadores”; matérias em revistas estrangeiras, enaltecendo o “mantenedor da estabilidade na América Latina”. Ou seja: a montagem virtual de um grande estadista…

Na verdade, Lula é o Übermensch dos especuladores que lucram como “nunca na história deste país”.

Sendo assim, quem, em perfeito juízo, pode supor que este ególatra passará, democraticamente, a faixa presidencial para, por exemplo, José Serra , ou mesmo Aécio Neves?

Pelo que já vimos de “inaugurações” de obras que sequer foram iniciadas, de desrespeito às leis eleitorais, do boicote às CPIs como a da Petrobras, do MST e tantos outros “deslizes”, temos o suficiente para imaginar o que será a “disputa” eleitoral em 2010.

E tem mais: o PT está comprando, com o nosso dinheiro, políticos, intelectuais, juízes, militares, o povo humilde com bolsa esmola e formando milícias com o MST, PCC, Sindicatos, ONGS, traficantes e outros, que recebem milhões e milhões de reais, para apoiar o PT e as falcatruas do Governo lula.

Não podemos nem pensar em colocar como Presidente do Brasil uma mulherTERRORISTA, que passou a vida assaltando bancos, matando pessoas inocentes, arrombando casas, roubando e matando. Só uma pessoa internada num manicômio seria capaz de votar numa BANDIDA para presidente de um País.    
Confiram.

Carlos Vereza
Ator e ex-petista

domingo, 29 de agosto de 2010

Boneca Lulita - Recall

Lei do Consumidor: não gostou, pode trocar,
desde que no prazo legal.


  

 Devolução de Brinquedo fabricado no Brasil

O fabricante do brinquedo LULITA está fazendo
 um recall para troca ou devolução do dinheiro
 devido a uma série de falhas de fabricação
listadas abaixo:
1) Falta um dedo. 

 2) Tem a fala presa. 

 3) É mentirosa.

 4) Só diz “Eu não sabia”.
  
 5) Gosta de quadrilha.

 6) Não pára em casa! 

 7) Não existe na versão movida
a pilha, só movida a álcool. 

 8) Pode ser adquirido facilmente 
com utilização de Cartão Corporativo. 

 9) A boneca não serve para nada,
mas custa uma fortuna ao contribuinte. 

Obs.:Último prazo para troca outubro de 2010 .    
Cuidado para não  trocar por outra boneca
com defeito de fabricação, chamada Dilmita!!!

***Autor desconhecido.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Dilma Goela Abaixo - A História que o PT não mostrará na TV



"Aprendi através da experiência amarga a suprema lição: controlar minha ira e torná-la como o calor que é convertido em energia. Nossa ira controlada pode ser convertida numa força capaz de mover o mundo."

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Paulo Fernando Andrade Corrêa da Silva, presidente da APLISI, fala para o Milk Point sobre comercialização do leite e atuação da associação




Paulo Fernando Andrade Corrêa da Silva

Paulo Fernando Andrade Corrêa da Silva é Engenheiro Mecânico e Produtor Rural. Trabalhou trinta anos na General Motors, tendo sido residente junto à Adam Opel AG da Alemanha e GM Powertrain nos USA. Atualmente é presidente da Associação de Produtores de Leite Independentes de Santa Isabel, no RJ.


MilkPoint: Breve descrição profissional:

Paulo Fernando: Engenheiro Mecânico pela UFF com especialização em Engenharia Automotiva no GM Institute, Flint Michigan e Planejamento Estratégico em Vevey, na Suíça. Trabalhou trinta anos na General Motors, tendo sido residente junto à Adam Opel AG da Alemanha e GM Powertrain nos USA. Implementou a planta de motores em Rosário, na Argentina, no sistema lean manufacturing (Toyota Production System). Paralelamente, nos fins de semana e nas férias da indústria, se dedicou, em Santa Isabel do Rio Preto/RJ, às atividades da pecuária de leite, formando, com aquisições sucessivas, a Fazenda Córrego da Serra.

Atualmente é presidente da APLISI.


MilkPoint: O que é a APLISI?

Paulo Fernando: A APLISI, Associação dos Produtores de Leite Independentes de Santa Isabel do Rio Preto, Valença, RJ, foi criada em 2002. A associação surgiu da necessidade dos produtores de leite, o elo fraco da cadeia produtiva, se posicionarem frente aos demais segmentos que processam e comercializam o leite. Ela tem como principal objetivo tornar viável a atividade de produzir leite.

Diferentemente do conceito das Cooperativas de um produto final, com a confecção de queijo, manteiga e outros derivados, a nossa associação visa apenas uma dinâmica de venda da matéria prima, produzindo a sinergia necessária para alcançar um preço condizente com a atividade, dentro do conceito de que a união faz a força.

A APLISI objetiva também a capacitação dos produtores e seus colaboradores, através de reuniões, palestras e cursos.

MilkPoint: Como a APLISI tem trabalhado em relação a comercialização do leite?

Paulo Fernando: Todos os anos, no mês de Maio, é encaminhado às empresas compradoras de leite da região, um Edital de Licitação definindo as regras para a compra, por um período de 12 meses, do leite produzido pelos associados da APLISI. Principais características da licitação:

- Preço base do leite indexado ao Índice do CEPEA-MG. A proposta da empresa compradora deve conter, apenas, uma porcentagem sobre o CEPEA-MG que definirá o preço base para o contrato anual.
- Planilha da APLISI, a ser usada pelo comprador, definindo ágio e deságio para o leite de cada produtor de acordo com as seguintes características do leite: volume, teor de gordura, proteína, CCS e CBT. Cada produtor recebe um preço pelo leite produzido, de acordo com o volume, e, com as características de sólidos e qualidade do seu produto.
- Todo o processo de logística e coleta do leite e das amostras para análise em laboratório fica sob responsabilidade do comprador.

MilkPoint: Como a APLISI tem trabalhado em relação à união de produtores?

Paulo Fernando: Os produtores associados assinam, anualmente, um Termo de Compromisso, concordando em vender o leite ao comprador escolhido pela Assembléia Geral da APLISI, por um período de 12 meses. Assim, o produto que está sendo objeto do contrato entre a APLISI e o comprador, é a somatória de todo o leite produzido pelos associados por um período de 365 dias.

O comprador, por exemplo, passa a ter em um único contrato uma produção de cerca de 20 mil litros diários, economizando tempo, dinheiro e esforços necessários ao arrebanhamento de matéria prima. Além da garantia do fornecimento estável e de qualidade pelo período contratado.

A APLISI tem apenas um funcionário, o secretário, que tem a função principal de acompanhar o comprimento do contrato, zelando para que o produtor associado receba o valor correto pelo leite que forneceu à empresa contratada.

MilkPoint: O que difere a atuação da APLISI de outras associações?

Paulo Fernando: A nossa visão da APLISI é de que ela é um meio e não um fim. Com esse conceito, conseguimos ser objetivos na nossa tarefa primária sem desvios de rumo. Assim, ela não se preocupa em coordenar atividades conjuntas de como, por exemplo, compra de insumos, subsídios ou outro tipo de esforço secundário, canalizando todo o seu potencial para a comercialização do leite.

Seguem algumas outras particularidades da APLISI que acreditam ser particularidades:

- Voto na Assembléia Geral proporcional à produção de leite no contrato anterior.
- Volume mínimo de leite para admissão na APLISI definido pela Assembleia Geral.
- Tanque individual.
- Definição da área geográfica de atuação da APLISI visando manter a competitividade da licitação.
- Subsídio de 0,5% para manutenção da associação, descontado diretamente na fonte pelo comprador.

MilkPoint: Quais as dificuldades que uma associação relativamente nova possui no setor?

Paulo Fernando: No relacionamento com as empresas compradoras, temos encontrado da parte de algumas, não todas, a seguinte atitude: "não tratamos com associações organizadas, não fazemos contrato de compra de leite, não pagamos por qualidade".

Acreditamos que existe a necessidade da regulamentação do relacionamento comercial entre o produtor de leite e das empresas compradora. Assim como a IN 51 regulamenta a produção de leite, a venda do leite deveria ser feita, mandatoriamente por contrato entre o produtor e o comprador. Sem pagamento por qualidade, reforçado por instrumento legal, a produção de leite no Brasil continuará sem o progresso na qualidade que necessitamos para alcançar os padrões que, por exemplo, acabei de ler no artigo do Marcelo Carvalho sobre a produção de leite na Holanda.

Acesse a entrevista no site do Milk Point AQUI.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

"Dilma é o terceiro mandato de Lula sem o carisma, sem a habilidade, sem o domínio das bases e sem a ginga do criador. Isso precisa ser dito." Carlos Alberto di Franco para o jornal O Estado de São Paulo.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Jingle do Collor

Já escutou o jingle do Fernando Collor, candidato ao governo de Alagoas, citando o apoio de Dilma e de Lula??  É assim ... O Lula põe na Dilma a Dilma põe no Collor...e o povão é o último da fila!!! hehehehe!!!!

É uma pornografia político-moral!!!


Ouça: http://oglobo.globo.com/pais/eleicoes2010/audio/2010/18898/

"Cada um tem direito a sua opinião e a fazer dela o direcionamento da sua vida." George Gallup, o pai das pesquisas de opinião.

Fico muito triste quando percebo que algumas pessoas simplesmente não admitem que as outras têm o direito de pensar diferente. Sempre que as partes compreendem e aceitam esse direito, abre-se a possibilidade de discutir as ideias. Quando não há respeito pela forma de pensar do outro, cada um fica fechado na sua casca de noz.

Se o PT quiser processar todo mundo que os liga aos narcotraficates, vai faltar tribunal.

Leia mais em:

http://www.midiasemmascara.org/artigos/eleicoes-2010/11256-pt-e-farc-recordar-e-viver.html